Reiki no tratamento de câncer

Prática integrativa pode funcionar como terapia complementar?

O Reiki, para quem ainda não sabe, é uma filosofia de vida, uma prática espiritual e um método terapêutico desenvolvido pelo budista japonês Mikao Usui em 1922. Entre suas técnicas de cura estão o sopro, a respiração e a imposição das mãos.

Os especialistas em Reiki afirmam que um terapeuta do ramo é capaz de harmonizar as energias do corpo e promover curas, tal como já foi explicado no artigo “O Reiki pode prevenir doenças?”, publicado aqui no blogue do Portal Terceira Visão.

Mas será que o Reiki poderia funcionar como terapia complementar no combate ao câncer? Conforme experiência conduzida pelo biólogo Ricardo Monezi em sua dissertação de Mestrado apresentada à banca na Universidade de São Paulo em 2003 a resposta é “sim”.

Na dissertação, Monezi relata que, para realizar seu experimento, usou 60 camundongos divididos em 3 grupos de 20 cada:

  • Grupo 1: sem tratamento
  • Grupo 2: com tratamento falso (com imposição de luvas)
  • Grupo 3: tratamento Reiki profissional com imposição de mãos

Após os experimentos, o pesquisador concluiu que as defesas imunológicas dos animais tratados com Reiki haviam dobrado seu poder no enfrentamento às células cancerígenas. Apesar de posteriormente contestada por vários estudiosos, a pesquisa de Monezi foi, na época, aprovada pela USP.

Atualmente, as práticas Reiki são utilizadas como terapias complementares contra o câncer em grandes hospitais brasileiros, como é no caso do Programa Saúde Além da Cura, do Hospital Israelita Albert Einstein.

Em território nacional, a terapia Reiki é reconhecida como profissão sob o código 8690-9/01 pela Comissão Nacional de Classificação (Concla). Para se tornar um terapeuta no setor, basta realizar um dos Cursos de Reiki disponíveis no mercado.